Paul in POA

EU FUI!
Momento mágico, incrível! Inacreditável!
Exatamente há uma semana, dia 07 de novembro de 2010, na minha cidade amada, Porto Alegre, vivi um dos momentos mais lindos, que só pode ser explicado pelo sentimento dos que lá estavam presentes: presenciar os lindos acordes de uma linda história, contada por nada mais nada menos do que Paul McCartney.
52 mil pessoas unidas por um amor. Gremistas e colorados unidos, em um estádio, sem brigas, mas com emoção. Naquele dia todas desavenças foram postas de lado: só uma coisa importava. Um dia longo, de sol forte (até 20h), de filas intermináveis (para muitos), mas que valia toda pena. Não parecia ser esforço algum. Eu, pelo menos, nem senti as horas que passei dentro do estádio do meu rival colorado esperando pelo maior astro vivo. Tudo era encantamento, tudo lindo.
Chegam as 21 horas. Ninguém sabia ao certo o que aconteceria. Ele se atrasaria? Não, ele é britânico, britânicos não se atrasam. E pensamos certo: em cinco minutos, aquela pessoa quase inacreditavelmente carinhosa estava lá, na frente de todos, que mal conseguiam acreditar no que viam. Eu, pelo menos, demorei muito tempo para perceber o que acontecia na frente dos meus olhos. O fascínio era imenso.
Uma pessoa tão importante, tão simples. E ainda preocupada em agradar os fãs. Passou todo show interagindo conosco, perguntando como estávamos, dando boa noite, e além de tudo adequou seu português quase impecável à linguagem gaúcha com expressões como “mas bah tchê” (que levou todos ao delírio), “tri legal”, além de cantar junto da multidão o famoso “ah, eu sou gaúcho”. Alguém assim, agindo com tanto cuidado e amor, conseguiu conquistar a todos nos primeiros minutos do show.
Homenageou seus colegas de banda já falecidos, John e George, com lindas músicas que transpiravam amor: Here Today e Something. Foram alguns dos momentos mais intensos do show, juntamente com a música que ele dedica a sua amada falecida esposa, Linda: My love. Viam-se lágrimas por todo lado, todos demonstrando o respeito e o carinho por aqueles que foram tão importantes não só na vida do Paul, mas de todos seus fãs.
Macca conseguiu, também, agitar seus fãs, com aquelas músicas mais conhecidas dos Beatles, que pareciam nos transportar para aquela época em que todos tocavam juntos, nos anos 60 (em que eu nem era um projeto de nascer).
É incrível acreditar que eu estava lá. Ainda não acredito. Falarei desses momentos para meus filhos, sem saber se foram um sonho ou realidade. Foi simplesmente… mágico.
“Do you wanna get back?”
I wanna get back.
Obrigada, Paul.
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